<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2863748586682475585</id><updated>2011-11-27T15:24:06.426-08:00</updated><category term='financeira'/><category term='crise mundial'/><category term='economica'/><title type='text'>Economia, crise e mercado</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2863748586682475585/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Dalton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18241480495990849568</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_JOIGdn7dBPA/Sz3925yMx-I/AAAAAAAAAIU/9lq6KpIYyLE/S220/eu.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2863748586682475585.post-3101796248976126011</id><published>2010-06-24T07:11:00.000-07:00</published><updated>2010-06-25T04:54:42.393-07:00</updated><title type='text'>Promoção Criar Sites e Zooming: R$ 1797,00 em prêmios!</title><content type='html'>Este mês, o &lt;a href="http://criarsites.com"&gt;&lt;strong&gt;Criar Sites&lt;/strong&gt;.com&lt;/a&gt; que é um blog que dá dicas sobre &lt;strong&gt;criação de sites&lt;/strong&gt; e blogs, além de orientações sobre &lt;strong&gt;SEO&lt;/strong&gt; e monetização de sites, juntamente com a empresa de hospedagem de sites &lt;a href="http://zooming.com.br"&gt;Zooming&lt;/a&gt;, estão em parceria para a realização de um excelente sorteio onde na oportunidade, serão ofertados um netbook e mais 5 planhos de hospedagem com domínio, válidos por 1 ano. No plano de hospedagem, as configurações básicas são as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaço em disco: 1 gb&lt;br /&gt;Tráfego: 30gb/mês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;Quem pode participar?&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;Qualquer pessoa que tenha um site ou blog com no mínimo 1 mês de existência, e que possua divulgar informações como nome, endereço, CPF e RG.&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;Como participar?&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;Publique uma resenha a respeito desta promoção, indicando de forma clara as regras que devem ser seguidas para participar da promoção, além de inserir dentro do texto, links para o &lt;a href="http://www.criarsites.com"&gt;&lt;strong&gt;CriarSites&lt;/strong&gt;.com&lt;/a&gt; e a empresa de hospedagem &lt;a href="http://www.zooming.com.br/"&gt;Zooming&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a publicação da resenha, é importante preencher &lt;a href="http://www.criarsites.com/sorteio/netbook.html"&gt;este formulário&lt;/a&gt;, indicando que sua resenha foi criada, e seu respectivo endereço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;Respondendo à pergunta&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;Uma das regras para participar da promoção é responder à pergunta: &lt;strong&gt;“Porque você quer ganhar o netbook ou um dos planos de hospedagem?”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meu caso, se vier o netbook, irá facilitar muito mais meu trabalho com um computador portátil, mas se vier um plano de hospedagem, será uma mão na roda para um dos domínios que possuo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sorteio acontecerá dia 25 de junho e o resultado será divulgado no blog &lt;a href="http://criarsites.com"&gt;&lt;strong&gt;CriarSites&lt;/strong&gt;.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.criarsites.com/concorra-a-1-netbook-5-hospedagens-5-dominios-no-valor-de-r1700/"&gt;Veja a página da promoção.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://CriarSites.com"&gt;CriarSites.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://zooming.com.br"&gt;Zooming&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2863748586682475585-3101796248976126011?l=acriseeconomicamundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/feeds/3101796248976126011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/2010/06/promocao-criar-sites-e-zooming-r-179700.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2863748586682475585/posts/default/3101796248976126011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2863748586682475585/posts/default/3101796248976126011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/2010/06/promocao-criar-sites-e-zooming-r-179700.html' title='Promoção Criar Sites e Zooming: R$ 1797,00 em prêmios!'/><author><name>Dalton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18241480495990849568</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_JOIGdn7dBPA/Sz3925yMx-I/AAAAAAAAAIU/9lq6KpIYyLE/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2863748586682475585.post-4512158471805282333</id><published>2009-05-10T20:56:00.000-07:00</published><updated>2009-05-10T20:57:20.979-07:00</updated><title type='text'>A crise econômica mundial e o Brasil</title><content type='html'>&lt;p&gt;Chegou a hora da verdade para o governo do presidente Lula. Há seis anos esse governo dá-se crédito pelo trabalho alheio, comemorando como suas conquistas a estabilidade da economia nacional num ambiente de crescimento vertiginoso da economia mundial. Quando Lula assumiu, encontrou o Brasil, pela primeira vez em décadas, bem posicionado para tirar partido do bom momento do mundo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;E partido tiramos: o alto preço das 'commodities' beneficiou nossas exportações; a baixa mundial do dólar segurou a inflação, e amenizou a alta do petróleo; a alta produtividade do mundo e a competição vigorosa das economias asiáticas pressionaram salários para baixo, segurando ainda mais qualquer impulso inflacionário, apesar do crescimento econômico. Crescemos e, se acreditarmos em estatísticas estapafúrdias, viramos um país de classe média. É o único país do mundo aonde classe média se define por dois salários mínimos, mas vá lá, deixemos os números contar a verdade deles. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas o que não fizemos foi o dever de casa: não investimos em educação ou infra-estrutura; não reformamos nossos impostos; e não enxugamos a máquina do governo. Alías, longe disso, assistimos a uma das maiores expansões do aparelho de governo jamais vista nesse país. Para piorar, queimamos alguns bilhões de dólares mantendo o dólar mais em baixa do que deveríamos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora a festa mundial acabou, o porre global virou ressaca, e está na hora de pagar a conta. Não adianta reclamar do banqueiro ganancioso (é como bêbado culpar o barman pelo porre), e não adianta achar que a conta é exatamente 700 bilhões de dólares, pagas exclusivamente pelo contribuinte americano. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não, a conta é de todos nós, e a cobrança, imediata. A única tênue esperança é no instinto do presidente. O mesmo instinto que o levou a descartar o terceiro mandato o levou a entender, ainda em tempo, que o mantra da "ilha de tranqüilidade" iria afundar o governo dele como afundou o Brasil após o milagre. Vamos encarar a crise de frente, como gente grande. Quem sabe esse governo finalmente não faz algo que mereça crédito próprio? &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2863748586682475585-4512158471805282333?l=acriseeconomicamundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/feeds/4512158471805282333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/2009/05/crise-economica-mundial-e-o-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2863748586682475585/posts/default/4512158471805282333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2863748586682475585/posts/default/4512158471805282333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/2009/05/crise-economica-mundial-e-o-brasil.html' title='A crise econômica mundial e o Brasil'/><author><name>Dalton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18241480495990849568</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_JOIGdn7dBPA/Sz3925yMx-I/AAAAAAAAAIU/9lq6KpIYyLE/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2863748586682475585.post-5900321718337987948</id><published>2009-05-10T19:55:00.001-07:00</published><updated>2009-05-10T19:57:40.862-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='financeira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crise mundial'/><title type='text'>Entenda a crise econômica mundial</title><content type='html'>&lt;p&gt;O traço singular das crises econômicas desde o início          do século 19 é a dificuldade de entrever com precisão          a causa ou causas que as deflagram. No passado as depressões podiam          ser imputadas claramente à guerras, revoluções ou          catástrofes naturais. A economia capitalista moderna é diferente.          Quando tudo parece estar indo bem, inexplicavelmente emergem estranhas          convulsões de seu bojo, que não podem ser explicadas por          esse ou aquele evento específico. Como não poderia deixar          de ser, os estudiosos do assunto aventaram ao longo do tempo inúmeras          hipóteses para a compreensão das flutuações          econômicas.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Todos conhecem ao menos vagamente a teoria marxista que atribui ao capitalismo          contradições imanentes e inexoráveis cada vez mais          graves e que ao fim e ao cabo levariam à sua superação          pelo comunismo. A hipótese de Marx pertence ao gênero das          teorias da superprodução, segundo as quais o capitalismo          seria tão produtivo que haveria um encalhe de mercadorias em vista          da incapacidade das massas para adquiri-las. A outra teoria mais conhecida          é a de Keynes, que integra o grupo do subconsumo. Para o inglês,          que divisava contradições internas no capitalismo muito          parecidas com as de Marx, as crises são o reflexo da insuficiência          de poder de compra por parte da população. Os seguidores          de Marx e os discípulos de Keynes divergem entre si em detalhes,          mas concordam no principal: a economia de mercado é intrinsecamente          instável e perversa. É imperativo para a felicidade geral          da humanidade que ela seja abolida tout court, conforme os marxistas,          ou reformada e estritamente controlada pelo Estado, segundo os keynesianos.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Marx e Keynes diziam que sob certas condições a escassez          – a impossibilidade de ter tudo ao mesmo tempo – poderia ser          suprimida e os povos ingressariam então no nirvana terrestre da          abundância. Bastava superar a propriedade privada dos meios de produção,          no caso do alemão, ou reduzir à zero a taxa de juros, conforme          o britânico, para que esse feliz estado de coisas substituísse          o desnecessário vale de lágrimas de dura labuta que aflige          os homens desde a expulsão do paraíso. Em outras palavras,          os dois mais famosos e influentes economistas dos últimos cento          e tantos anos acreditavam em Papai Noel e no coelhinho da páscoa.          Que sejam justamente esses embusteiros os dois mais famosos e influentes          economistas sintetiza muito bem a confusão moral e o descalabro          intelectual vigente. Marx e Keynes não foram homens de ciência,          e sim expoentes do grupo mais nefasto de todos os tempos, o dos intelectuais          socialistas militantes, que superaram com folga os estragos pretéritos          de conquistadores sanguinários como Átila, Tamerlão          ou Cortez. Suas teorias acerca dos ciclos são tão desonestas          e erradas que já nasceram refutadas. Num debate célebre          na época, início do século 19, o economista francês          Jean-Baptiste Say conseguira demonstrar os erros cabais de seu colega          inglês Malthus, que formulara uma teoria das crises econômicas          depois requentada e enfeitada por Marx e Keynes, cada um a seu modo.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;De sorte que, para quem quer compreender o que está ocorrendo com          a economia global no presente, deve em primeiro lugar descartar in limine          as explicações dos economistas marxistas e keynesianos.          No Brasil, terra em que 99% dos economistas tem Marx no coração          e Keynes na cabeça, isso significa desprezar quase in totum as          análises dos pseudo-especialistas. Tampouco há como levar          a sério os palpiteiros baratos e propagandistas vulgares como Veríssimo,          Sader e similares. Para entender o que está se passando é          preciso recorrer às análises e pesquisas de estudiosos sérios.&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;Como os chamados monetaristas da Escola de Chicago. Para eles, em resumo,          a estabilidade econômica depende da relação entre          a quantidade total de dinheiro em circulação e a quantidade          total de bens e serviços produzida. Enquanto houver equivalência          entre ambas essas magnitudes de modo que uma terceira magnitude, o nível          geral de preços, permaneça estável, tudo irá          bem. Os problemas decorrem da queda ou aumento excessivo da oferta de          moeda, gerando deflação ou inflação. Para          os monetaristas, a razão principal da grande depressão dos          anos 30 teria sido o mau gerenciamento monetário do banco central          americano, que permitiu uma queda abrupta da quantidade de dinheiro –          deflação - quando assistiu a uma quebradeira geral de bancos          (cujos depósitos à vista – dinheiro – deixaram          de existir) sem nada fazer. A crítica que se faz aos monetaristas          é que eles raciocinam em termos de agregados, ou seja, adotam uma          teoria macroeconômica dos ciclos que acaba não diferindo          muito da macroeconomia keynesiana, e padece de limitações          semelhantes. Ademais, tanto na crise americana atual quanto na corrente          estagnação japonesa, velha de dez anos, a teoria monetarista          falhou na previsão das crises, pois o nível geral de preços          em ambos os casos estava mais ou menos estável, e também          na correção delas, pois não houve quebras bancárias          e deflação e mesmo assim o problema continuou. Em defesa          dos economistas de Chicago, contudo, deve ser dito que eles ajudaram a          humanidade derrotando os keynesianos numa grande batalha teórica          nos anos 60 e 70 centrada nas origens e causas da galopante inflação          de preços da época, bem como que eles em geral criticam          ferozmente o intervencionismo econômico do protecionismo, monopólios,          subsídios, déficits e controle de preços.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Mas a economia não trata de agregados imaginários, meros          entes de razão, e sim de seres humanos, suas ações          e escolhas num mundo de escassez, imperfeições e incerteza..          Nesse plano mais concreto, chamado de microeconomia, alguns teóricos,          como Joseph Schumpeter, foram pesquisar a dinâmica das crises econômicas.          Esse grande economista partiu do modelo conhecido como equilíbrio          geral walrasiano para concluir que a única variável capaz          de perturbar esse equilíbrio e deflagrar as crises seria a inovação          tecnológica. A teoria da destruição criativa, como          ficou conhecida, é muito interessante, mas peca por assumir os          postulados irrealistas e insatisfatórios do equilíbrio geral          e por concentrar a inovação em determinados períodos,          seguidos de calmarias técnicas, quando se sabe que no mundo real          ela está ocorrendo o tempo inteiro.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;A teoria articulada por Ludwig von Mises sobre antigos insights da escola          monetária inglesa do século 19 e das investigações          sobre o capital e o juro de Bohm-Bawerk e Wicksell, depois desenvolvida          por Friedrich Hayek e outros, evita as armadilhas da macroeconomia e da          microeconomia walrasiana, pelo que, na minha ótica, fornece a mais          completa ilustração das flutuações econômicas.          Passemos a testá-la. A ênfase é na moeda, como é          o caso dos monetaristas, porém a abordagem é primariamente          microeconômica, concentrando-se nos efeitos que o advento de moeda-crédito          nova prvoca nos agentes econômicos. Os economistas austríacos          notaram que as crises revelam subitamente que a maior parte dos empresários          e investidores erraram em suas estimativas do estado futuro do mercado,          de modo que suas expectativas de lucratividade foram frustradas. O erro          empresarial é normal (afinal, errar é humano) e acontece          o tempo todo, pois o futuro é por definição incerto.          A singularidade das crises é a enorme quantidade de erros de avaliação          simultâneos por parte de empresários experientes e especuladores          astutos. Entender a causa desses blocos de erros é a chave para          decifrar o mistério das crises.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Num mundo em que tudo é heterogêneo só o dinheiro          é homogêneo. A moeda tem a função vital de          expressar as razões de troca entre as mais variadas coisas –          os preços – numa única unidade de conta apta a permitir          o cálculo econômico racional. Os preços monetários          transmitem informações aos agentes econômicos sobre          a escassez relativa dos fatores de produção e dos bens de          consumo, e com base nessas informações os agentes traçam          seus planos e tomam suas decisões. Caso esse delicado mecanismo          de transmissão de informações via preços seja          danificado, os agentes estarão mais propensos a planejar sobre          dados ilusórios de realidade e portanto a tomar decisões          erradas.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Para haver investimento é preciso antes ter havido poupança,          a diferença positiva entre o que as pessoas produzem e o que consomem.          A poupança agregada reflete uma inclinação geral          das pessoas de adiar o consumo no presente em troca de mais consumo no          futuro. Se, ao contrário, ocorrer uma preferência generalizada          pelo consumo no presente, a poupança agregada é reduzida          ou até substituída pelo consumo do capital existente, o          que resultará em consumo futuro declinante e queda do padrão          de vida. Numa economia de mercado desenvolvida, a poupança chega          às mãos dos investidores mediante complexos sistemas de          intermediação e o preço que equilibra a procura e          a oferta de poupança existente é o juro. Esse preço          é absolutamente fundamental para o cálculo econômico          dos empresários, que não investirão em linhas de          produção cuja rentabilidade seja menor do que os juros que          terão que pagar sobre os recursos tomados. O juro sinaliza a escassez          de poupança e informa que não dá para produzir tudo          no momento, mas apenas os bens de consumo mais urgentemente desejados          pelos consumidores. Outra informação vital fornecida pela          taxa de juros é sobre o tempo a ser consumido no projeto de investimento          até que os bens de consumo estejam prontos para serem oferecidos          no mercado. Um projeto que consome tempo demais para maturação          corre o risco de morrer na praia por falta de recursos para mantê-lo,          pois até que se comece a vender e lucrar há que pagar os          salários dos empregados, os fornecedores de insumos etc.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Se porém os bancos decidem emprestar além das suas reservas,          eles falsificam dinheiro (pois depósitos sujeitos à cheque          criados ex nihilo são dinheiro em circulação), criam          uma pseudopoupança e consequentemente a taxa de juros, reduzida          artificialmente, deixa de ser um sinal confiável. Os empresários          e investidores são induzidos a acreditar que há mais poupança          real do que efetivamente existe. Todas as crises são precedidas          de períodos de prosperidade febril caracterizada por amplos investimentos          em bens de capital e de maturação lenta. Por outro lado,          o dinheiro falso bombeado pelos bancos na economia termina por alimentar          grandes movimentos especulativos nas bolsas de valores e em outros mercados          (como o de imóveis). O estimulante dessa febre ilusória          de otimismo eufórico é o crédito artificialmente          barato provido pelo sistema financeiro sob o comando dos governos.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;A distorção na cadeia produtiva que se segue decorre do          fato de que a criação de dinheiro falso não implica          em que os fatores de produção e bens de consumo também          possam se materializar magicamente. Eles continuam limitados e escassos          como antes. Como há mais dinheiro comprando as mesmas coisas, os          empresários passam a disputar ferozmente entre eles os fatores          de produção, cujos preços sobem. De outro ângulo,          a remuneração desses fatores, como os salários dos          empregados, começa a ser despendida em bens de consumo, cujos preços          tendem a subir. A inflação monetária pode ser contrabalançada          por um aumento da produtividade (queda dos preços de alguns bens          de consumo pelo aumento da oferta), de modo que o nível geral de          preços permaneça relativamente estável, como ocorreu          nos anos 20 e nos anos 90 nos Estados Unidos. Entretanto, a expansão          do crédito além da poupança real fatalmente distorce          a alocação de recursos. O aumento da demanda por bens de          consumo força os empresários dos setores mais próximos          do consumo final a competir com os setores mais distantes pelos fatores          de produção. A farra do crédito barato, contudo,          gera inflação e estende demais o endividamento dos agentes          econômicos, de modo que, mais cedo ou mais tarde, o governo e os          bancos são forçados a elevar os juros e restringir a oferta          de crédito. Chega de emprestar; a hora agora é de cobrar          as dívidas. O aumento dos juros e dos preços dos fatores          subitamente deixa nus com a mão no bolso os empresários          do setor de bens de capital. Eles se dão conta de que suas previsões          estavam erradas, que não conseguirão recuperar o que investiram          e aí começa o salve-se quem puder do corte de custos e demissões.          As crises sempre começam nos setores da estrutura de capital mais          afastados do consumo final e só mais tarde vão derrubando          o resto.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;A recessão, na ótica da teoria austríaca, é          o acerto de contas inevitável com o complexo de decisões          erradas tomadas no passado com base no falso sinal dos juros baixos. Os          empresários têm que ajustar seus planos ao nível de          poupança efetivamente existente. Muitos quebram e são excluídos          do rol dos empreendedores. Os assalariados empregados nas indústrias          insustentáveis perdem seus empregos e têm que procurar outros          em setores mais sólidos. O desemprego sobe dramaticamente. Os investimentos          em bens de capital e terra não conversíveis são sacrificados.          Não há outro jeito. Quanto menor for a intervenção          externa nesse necessário processo de regeneração          do organismo econômico mais rápida será a sua recuperação.          A tremenda crise mundial de 1921 foi superada em apenas um ano. Já          a crise similar de 1929 se prolongou por mais de dez anos e a convulsão          japonesa de 1992 se arrasta até hoje. Isso porque os governos resolveram          intervir e só agravaram os problemas. Medidas protecionistas para          "preservar empregos", gastos deficitários estatais para          "gerar empregos", barateamento do dinheiro com juros zero ou          até negativos ("reflação"), controle de          preços, subsídios às indústrias periclitantes,          seguro-desemprego para sustentar a "demanda efetiva" e medidas          do gênero impedem a recuperação e prolongam a recessão,          transmutada desnecessariamente em depressão.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;A economia de mercado é construída por milhões de          contratos entre sujeitos livres, ou seja, pela cooperação          voluntária e mutuamente vantajosa para as partes segundo suas valorações          pessoais e intransferíveis. A base desse sistema incrivelmente          complexo é uma atmosfera geral de confiança (daí          "crédito") em que os contratantes cumprirão as          obrigações pactuadas. Ao contrário do que pregam          os enfadonhos intelectuários socialistas, o capitalismo pressupõe          uma moralidade social saudável. O elo que possibilita e liga economicamente          todas essas relações privadas é o dinheiro. Ora,          se o dinheiro é sujeito à manipulação fraudulenta          pelos governos e bancos, violando a regra moral básica de não          roubar, a imoralidade é infundinda no próprio coração          do sistema, corrompendo-o gravemente. A inflação é          uma espécie de leucemia econômica, em que o sangue do corpo          econômico é deliberademente envenenado. É claro que          mais cedo ou mais tarde os órgãos aparentemente saudáveis          começarão a falhar e o paciente descobrirá de repente          que está seriamente doente.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;A propósito, é abordando o problema do ponto de vista ético          que se constata mais facilmente o absurdo das propostas keynesianas para          evitar ou curar as depressões. Para Keynes e seus sucessores, o          Estado se subtrai às regras morais válidas para as criaturas          comuns, pois ele não só pode como deve gastar mais do que          arrecada (onerando assim o patrimônio de terceiros contra a vontade          deles!) e falsificar dinheiro em bases permanentes. Essas falcatruas oficiais          são conhecidas pelos eufemismos de "política monetária"          e "política fiscal". Ora, o Estado é uma abstração.          O que ontologicamente existe são indivíduos investidos dos          poderes de governo. Não pode ser fecundo um sistema social em que          vige uma moral para uns e outra inteiramente contrária para outros.          A tendência é a imoralidade dos que estão por cima          contaminar todo o corpo social, o que de fato tem acontecido sistematicamente.&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;A inflação é como as drogas. O primeiro passo para          curar um viciado em drogas é parar de tomar a substância.          Depois virão os sintomas da crise de abstinência que o indivíduo          terá que suportar até limpar seu organismo para poder então          levar uma vida sã. A medicina keynesiana, todavia, recomenda atulhar          o paciente com a mesma droga em que ele se viciou além de outras          igualmente nocivas! Não admira que tantos "pacientes"          sujeitos à essa terapia charlatanesca tenham chegado perto de bater          as botas. O Brasil é um desses pacientes e os charlatães          keynesianos fervilham em torno dos candidatos à presidência,          os já famosos quatro cavaleiros do apocalipse.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Encerrado esse breve esboço teórico das crises econômicas,          passemos agora a examinar a atual recessão à luz dessa teoria.          Os anos 90 foram tempos de grande prosperidade nos Estados Unidos, a mais          forte economia do mundo. No comando estava o "senhor dos mercados",          Alan Greenspan, chefe do banco central americano. É curioso que          analistas sérios possam ter acreditado que a saúde econômica          mundial dependesse da batuta de maestro de um único homem. Dá          para crer que a inacreditavelmente intrincada complexidade da economia          global pudesse ser conduzida intuitivamente por um super-homem, que quando          sentia uma dorzinha ominosa nas articulações baixava os          juros e quando ouvia uma misteriosa voz interior os aumentava? Pois é          nisso que a mídia dominante quis que se acreditasse. A verdade          é bem outra. Greenspan pisou no acelerador da expansão monetária          em meados dos anos 90, aumentando a quantidade de dinheiro em 10% ao ano          e depois em 15% ao ano. Por que fazer isso? Porque politicamente é          interessante; os políticos têm horizonte de curto prazo e          fazem qualquer negócio para que a economia cresça, mesmo          que esse crescimento seja insustentável. Seus sucessores que se          virem com a crise.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Essa orgia de dinheiro barato desencadeou os investimentos de longo prazo          insustentáveis previstos na teoria austríaca dos ciclos,          bem como jogou gasolina nas brasas da especulação desenfreada.          As ações da Nasdaq foram à estratosfera, muito embora          fosse público e notório que as novas empresas "ponto.com"          levariam anos, e até décadas, antes que começassem          a operar no azul. Greenspan começou a falar em "exuberância          irracional" na época, mas era ele quem estava abrindo as comportas          da irracionalidade. E ele sabia disso muito bem, vez que foi aluno de          Ludwig von Mises e conhece a teoria monetária das crises muito          melhor do que eu.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Como reza essa teoria, a expansão monetária não pode          durar para sempre, sob pena de a inflação destruir a economia.          Greenspan então falava em "pouso suave" do nível          de atividade econômica, excessivamente aquecido, e aumentou a taxa          de juros em 1999, reduzindo o crescimento monetário para menos          de 8% anuais. A contração nos setores de bens de capital          prevista pelos austríacos já tinha se iniciado quando o          pouso suave virou uma aterrissagem forçada assustadora. A bolha          da Nasdaq estourou, reduzindo à pó as economias de milhões          de investidores. Quase seiscentas empresas "ponto.com" faliram.          A recessão chegou para valer no ano de 2001 e continua bastante          séria até o momento. É claro que a crise nos Estados          Unidos afeta o mundo inteiro.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Outro ponto de comprovação da teoria austríaca é          a corrente epidemia de fraudes contábeis em grandes empresas e          bancos americanos. É óbvio que jamais aconteceu uma assembléia          geral de grandes empresários para combinar uma maquiagem contábil          generalizada. Essas coisas são feitas no maior segredo. Cada empresa          tomou sozinha a decisão de mentir ao público. O fato de          que tanta delas tenham feito a mesma coisa ao mesmo tempo reflete o desespero          comum a cada um desses conglomerados diante do complexo de estimativas          erradas induzidas pela política monetária traiçoeira          de Greenspan. Não se trata aqui de relativizar e desculpar os crimes          cometidos por esse pessoal. Um erro não justifica o outro e a desonestidade          deles tem que ser punida. Mas não se pode esperar que um sistema          imoral gere moralidade. De maneira que a recente declaração          de Greenspan contra a "ganância infecciosa" é farisaica          e tem por meta tirar o dele da reta. E a grande imprensa mundial engoliu          essa isca com a maior sofreguidão, pois, eterna cortesã          do Estado que é, não poderia admitir que o "senhor          dos mercados" não passa de um super-trambiqueiro e fraudador          emérito. Por outro lado, a revelação das fraudes          demonstra a superioridade da ordem de mercado, pois não se pode          enganá-la por muito tempo. A triagem dos lucros e perdas é          implacável, cedo ou tarde os prejuízos produzem seus efeitos.          Já as maquiagens contábeis estatais são muito mais          difíceis de detectar, muito mais vultosas e onerosas e no fim não          dão em punição para os políticos e burocratas.          Punição mesmo só para os contribuintes que pagam          a conta.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;O fato é que a crise está posta e seus desdobramentos para          o bem ou para o mal dependerão das ações futuras          do governo dos Estados Unidos. Seguir o caminho trilhado por Hoover e          Roosevelt nos anos 30 é receita segura para uma depressão          de grandes proporções. Naquele tempo, o governo americano          fez tudo o que se poderia imaginar de pior para abortar a recuperação.          Instituiu altíssimas tarifas alfandegárias, arruinando o          comércio internacional, duplicou os impostos, descarregou subsídios          sobre setores ineficientes, desvalorizou o dólar, contraiu déficits          fiscais enormes, inflacionou a moeda e interveio no mercado de trabalho.          A recessão inicial então se eternizou como uma brutal depressão.          Infelizmente, as autoridades americanas não aprenderam a lição          do passado, pois estão seguindo trilha semelhante no presente.          Greenspan "reflacionou", voltando a bombear crédito em          doses cavalares na economia americana com juros de quase zero. Não          adiantou nada, é claro. Bush e o Congresso estão unidos          na política de subsídios e no protecionismo, o que vai naturalmente          gerar retaliações dos outros países e blocos comerciais.          Uma guerra comercial agora seria um desastre, como foi nos anos 30. Adotando          as indefectíveis recomendações dos keynesianos, que          nessas horas sempre retiram o velho pangaré da "política          fiscal" de suas nauseabundas estrebarias, Bush elevou dramaticamente          os gastos públicos americanos, o que gera déficit, que tem          que ser financiado via inflação ou endividamento, e a dívida          pública americana não é baixa. Estimulados pelo abundante          crédito ao consumo e pela ideologia keynesiana da gastança          como meio de encorajar a "demanda agregada", os americanos se          endividaram muito e estão poupando pouquíssimo. Os investimentos          estão muito dependentes de poupança externa, que está          melindrada pela crise de credibilidade do mercado americano e ameaça          fugir para pousos mais seguros. O déficit comercial está          alto e aumentando. De resto, o belicismo do governo Bush pouco contribui          para a estabilidade mundial. O cenário é lastimável          e alimenta o pessimismo.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Para piorar, os políticos estão fazendo a costumeira demagogia          lançando empresários fraudadores aos leões para encobrir          sua própria culpa no cartório pela situação          atual. Fala-se em regulamentações mais severas e draconianas,          o que só pode entravar ainda mais um mercado que, ao contrário          do que se pensa, já é excessivamente cerceado por copiosas          leis e regulamentos. Tudo isso é fumaça. Fraudar a contabilidade          sempre foi crime e já existem rígidos mecanismos de prevenção          que falharam porque o Estado costuma falhar. É da natureza da burocracia          ser ineficiente. Nem se fosse possível designar um policial para          seguir como uma sombra todos os contadores do país daria jeito          no problema, pois quem garante que os policiais não seriam por          sua vez incompetentes ou sujeitos à corrupção? Teria          que haver um fiscal do policial do contador, e depois um fiscal do fiscal          do policial do contador e assim por diante.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Para não ficar somente na sinistrose, vale lembrar que aparentemente          não há no horizonte próximo a ameaça de ideologias          insensatas como o nazismo e o comunismo, que nos anos 30 ainda tinham          o frescor da novidade e não tinham sido testados e reprovados pela          experiência histórica. A realidade ensinou duras lições          aos políticos que se encantaram pelo marxismo e pelo keynesianismo,          de modo que prevalece ainda um certo consenso de que a economia de mercado          deve prevalecer, mesmo que pesadamente obstruída pelas "políticas          públicas". O que se pode assegurar é que os ciclos          econômicos continuarão a se repetir enquanto existir a manipulação          política da moeda, e não há sinal de que isso possa          mudar no futuro previsível. A arquitetura monetária do capitalismo          moderno é um castelo de cartas sujeito a desmoronar parcial ou          totalmente a qualquer momento. Vamos torcer para que nada de mais grave          aconteça no mundo, porque no Brasil a crise tem raízes locais,          é inevitável e será grave, aconteça o que          acontecer com a economia global. Mas essa é outra história.&lt;/p&gt;         &lt;p&gt;Bibliografia: Quem quiser se aprofundar no assunto, não pode deixar          de ler os clássicos de Mises, The Theory of Money and Credit e          Ação Humana, de Hayek, Prices and Production, e de Rothbard,          Man, Economy and State e America´s Great Depression. Graças          à internet, hoje é possível ter acesso fácil          à estudos e informações relevantes sobre a atualidade.          Não depender da pasmaceira intelectual da imprensa e da academia          brasileira não tem preço. O único problema é          que saber inglês é indispensável. Quase todos os livros          acima estão disponíveis na página do Mises Institute.          Outras fontes excelentes são os artigos diários e os estudos          publicados em periódicos especializados disponíveis naquele          mesmo website, sobretudo os de William Anderson, Frank Shostak, Gene Callahan          e Roger Garrison. Os artigos de Gerald Jackson publicados no site do The          New Australian também são excelentes. No Brasil há          pouco material, destacando-se o livro Economia e Liberdade do Professor          Ubiratan Iorio, que também publica excelentes análises no          seu site.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2863748586682475585-5900321718337987948?l=acriseeconomicamundial.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/feeds/5900321718337987948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/2009/05/entenda-crise-economica-mundial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2863748586682475585/posts/default/5900321718337987948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2863748586682475585/posts/default/5900321718337987948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acriseeconomicamundial.blogspot.com/2009/05/entenda-crise-economica-mundial.html' title='Entenda a crise econômica mundial'/><author><name>Dalton</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18241480495990849568</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_JOIGdn7dBPA/Sz3925yMx-I/AAAAAAAAAIU/9lq6KpIYyLE/S220/eu.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
